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Servidoras tentaram danificar relógio de ponto biométrico de posto de saúde


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Servidoras tentaram danificar relógio de ponto biométrico de posto de saúde

Servidoras que tentaram danificar relógio de ponto biométrico

Centro de Saúde do bairro Lagoa dos Mandarins foram afastadas por 30 dias de suas funções.

A decisão foi publicada ontem (23), no Diário Oficial dos Municípios Mineiros. De acordo com a publicação, as servidoras:

E.M.S., S.A.S.M. e P.G.R.A. tentaram danificar o relógio de ponto biométrico com bicarbonato de sódio no ano passado.

Segundo o ato decisório, logo após o conhecimento dos fatos, a Comissão Processante instaurou o procedimento disciplinar, anexando as imagens obtidas pelo sistema de monitoramento instalado no local e a declaração da servidora E.M.S. confessando que “participou do ato”, mas que “não fez isso sozinha”.

Conforme a publicação, a comissão observou nas gravações que, a partir de 07h19, as três servidoras entraram na sala em que se encontra o relógio de ponto e colocaram-se cada qual em um local de modo a permitir a execução do ato.

Segundo o ato decisório, enquanto a servidora S.A.S.M. se coloca em frente ao relógio de ponto biométrico e,

ao mesmo tempo, de costas para o aparelho, a servidora P.G.R.A. se posiciona de frente para a

servidora S.A.S.M., de modo a sugerir a existência de um diálogo.

De acordo com a publicação, os atos foram feitos para tentar criar um ambiente de suposta normalidade e permitir que a servidora E.M.S., que supunha estar protegida pela presença da servidora S.A.S.M. em frente ao relógio,

despejasse certa quantidade de bicarbonato.

“Conforme ela mesma declara, em um dos orifícios do aparelho, sendo este ato perfeitamente visível conforme registro de imagem contida no CD”, afirma.

Segundo a Comissão, a servidora E.M.S. admitiu a prática do ato por meio da servidora S.A.S.M,

e afirmou em seu interrogatório que “estava na frente do ponto biométrico, ‘cobrindo o mesmo’,

porque achava que o ponto já havia sido violado e que a Sra. E. estava apenas limpando o mesmo”.

Ainda de acordo com a publicação, a justificativa da servidora não se sustenta, uma vez que, pelas imagens,

a comissão percebeu sua clara intenção de cobrir o aparelho para encobrir a ação ilícita da servidora E.M.S.

Conforme o ato decisório, durante o interrogatório, a servidora P.G.R.A. afirmou que “não houve prévio ajuste

para a tentativa de violação do ponto biométrico”, porém a comissão considerou que não é o que se constata a

partir das imagens.

“Uma vez que o que ali se nota é que cada uma das servidoras tinha plena ciência de qual a função iriam desempenhar,

uma cobrindo o aparelho e ao mesmo tempo simulando uma conversa rotineira com a outra e a terceira com a função de

efetivamente despejar a substância no aparelho”, relata.

A servidora disse ainda que não procurou a Sra Josiane, pois a outra envolvida no ato, E.,

havia lhe relatado que não haveriam desdobramentos ou punições, uma vez que a

Sra. Josiane havia garantido que tal fato ter sido assumido por uma funcionária o mesmo seria arquivado.

Conforme a publicação, a servidora declarou também que “a quantidade de bicarbonato foi pequena,

razão pela qual não se preocupou com um possível dano ao equipamento”.

DECISÃO

A comissão considerou que não resta qualquer dúvida sobre a participação das três servidoras no crime.

Conforme a publicação, as servidoras agiram em conjunto, com o intuito de danificar o Ponto Biométrico do Centro de Saúde.

A comissão condenou a servidora E.M.S. à penalidade de 30 dias de suspensão,

reduzida para 25 dias em razão da confissão espontânea. A penalidade irá vigorar a partir do trânsito em julgado da presente decisão.

Para as servidoras S.A.S.M. e P.G.R.A, a comissão fixou a pena de 30 (trinta) dias de suspensão para cada uma,

a partir do trânsito em julgado.


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